O sol a nascer e o vento a cantar,
a aurora espreguiça-se sonolenta e terna
As flores sorriem, as árvores acordam a dançar...
é o amor em compasso lento numa jura eterna
É Sete de Maio de um dia etéreo
que se quer sorver de uma só vez
qual história encantada "era uma vez"...
porque é Sete de Maio de uma entrega viscérea
Nunca o rouxinol se espraiou no esboço
colorido de uma aguarela em alegro
Nunca o mar se ondulou sem esforço
sob um céu pincelado em libreto
O sol já se pôs e o crepúsculo engravidou
de lua inteira, nem nova nem cheia
O amor é agora sangue pulsando na veia
numa alma em dois corpos que Deus abençoou
domingo, 16 de agosto de 2009
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